sexta-feira, novembro 14, 2008
quinta-feira, novembro 13, 2008
Adoro quando ...
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Carla M.
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11:36 p.m.
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segunda-feira, novembro 10, 2008
Na Rosa Malva
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3:53 p.m.
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Labels: Malas, Rosa Malva
quinta-feira, novembro 06, 2008
A não perder
a inauguração da exposição da Rute Reimão na Rosa Malva.
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4:34 a.m.
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segunda-feira, novembro 03, 2008
Há que ter VISÃO
A página 10 do suplemento da VISÃO desta semana foi inteiramente dedicada à Rosa Malva.
Pelas mãos da Susana Oliveira.
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2:08 p.m.
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Labels: Rosa Malva
terça-feira, outubro 28, 2008
Ver
- Mamã, posso espreitar para dentro dos teus olhos?
(Esta, está a ser registada com um ano de atraso. Estava escrita num papel, guardado numa carteira de Inverno. Só agora o vi e ainda bem que vi)
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5:37 a.m.
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Labels: Rita
terça-feira, outubro 14, 2008
Encontro marcado na Praça
Amanhã 15 de Outubro, a Rosa Malva vai à Praça da Alegria.
RTP Canal 1- 10h
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Carla M.
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12:53 a.m.
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quarta-feira, outubro 01, 2008
Flores, Vegetais... e outras coisas que tais
É o tema para a exposição a inaugurar na Rosa Malva, já no próximo sábado 4 de Outubro entre as 16h00 e as 20h00.
Durante este mês, vão estar expostos na Rosa Malva os trabalhos da Manuela Ferreira, cuja descrição é díficil de fazer... tal é a originalidade, irreverência e a paixão que transmitem!
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Carla M.
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5:45 a.m.
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Labels: Rosa Malva
terça-feira, setembro 23, 2008
Já está!!!
Até poder pintar o móvel, deparei-me com mais dois problemas com os quais não estava a contar:
Inicialmente, nos primeiros 3 dias, os vidros não corriam. Não se mexiam sequer.
Com a ajuda de uma máquina e de umas fresas que a Mané me emprestou, consegui retirar a tinta das calhas onde era suposto correrem os vidros.
Como é possível terem pintado as calhas? Será que não sabiam que a tinta ocupa espaço?? Ultrapassada esta fase e para grande tristeza minha, constatei que mesmo sem tinta nas calhas os vidros não deslizavam bem. A madeira está velhinha e frágil e por isso a melhor solução é mesmo retirar os vidros…
Depois, desesperei com dois puxadores que teimavam em não sair. Para além da ferrugem ter colado o parafuso à porca, descobri que tinha duas porcas para cada puxador, uma de cada lado da porta, o que dificultou imenso a remoção destes puxadores.
No meio desta luta renhida, descobri que estes dois puxadores não estavam no local original.
Foram desviados alguns centímetros e ficaram descentrados em relação aos puxadores das gavetas. Por tudo isto, acho que as ferragens que apertavam estes dois puxadores, já não eram as originais “Ferragens Finas” da Casa Coelho.
No pouco tempo que dispunha tentava fazer com que o tempo rendesse imenso e confesso que às vezes me apetecia queimar etapas.
Mas ao contrário disso, e à medida que o tempo ia passando, ia encontrando algo, aqui e ali, que podia ser melhorado … e a certa altura pensei que o melhor seria terminar, caso contrário teria trabalho para anos …
Utilizei no total, cerca de 2 semanas com uma média de 2 horas por dia, e, na recta final para o poder pintar de uma só vez, fiz 2 directas seguidas (de 6ªfeira para sábado e de sábado para domingo).
Assim começava a pintar quando todos dormiam e ao amanhecer estava tudo arrumadinho como se o móvel se tivesse pintado sozinho e por magia.
Depois, antes de ir descansar um bocadinho, ficava algum tempo a contemplar o meu móvel cada vez mais pronto!
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Carla M.
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4:38 a.m.
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quarta-feira, setembro 10, 2008
De volta ...
Entre lixas e massas de encher, consegui perceber a ordem das cores que o móvel teve ao longo do tempo. A cor original foi sem dúvida um verde claro seco. Depois foi beje cor de pele. Depois do beje foi azulão, por cima do azulão tem uma camada de cinzento e antes de ser branco foi amarelo canário.
Tem uma sétima cor no rodapé por baixo do branco. Foi preto no rodapé.
Uma das curiosidades é que o cinzento não o encontro em todo o móvel. Apenas o detectei em algumas partes. O que me leva a crer que algures no tempo terá sido de duas cores em simultâneo. Como é o azulão a cor anterior ao cinzento e o amarelo a cor posterior, julgo que das duas uma:
- ou foi azulão com portas cinzentas ou foi amarelo com portas cinzentas. Pelas combinações das cores, a minha aposta vai para a segunda hipótese.
É engraçado pensar sobre se o móvel esteve sempre na mesma casa. E se esteve, é engraçado pensar nesta "dinâmica" de cores. Ter tido seis cores tão distintas numa vida e numa casa parece-me demasiado. Por isso acredito que o móvel tenha passado por várias casas e por várias vidas com diferentes cores: as vidas e o móvel.
Tal como agora quando entrou na nossa casa. No início passaram-me várias cores pela cabeça. Aliás, todos os dias acordava a pensar numa cor diferente para o móvel.
Agora já está decidido. Já comprei as tintas e estou ansiosa por começar a pintar.
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Carla M.
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2:34 p.m.
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